Tratamentos
Dependência química raramente começa como as pessoas imaginam — não é sempre uma queda visível, muitas vezes é um processo gradual, que quem está dentro dele demora a reconhecer. Uso que deixou de estar sob controle, tentativas de parar que não se sustentam, impacto que já apareceu no trabalho, nas relações ou na saúde, mas que ainda parece "administrável" — esses são sinais comuns de buscar ajuda, sem necessariamente confirmar nada por conta própria.
A Dra. Helena atua nessa área desde 1993, com formação específica pela Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP) — mais de três décadas de experiência clínica dedicada especificamente à dependência química.
O acompanhamento une abordagem clínica (avaliação médica, manejo quando necessário) com escuta continuada ao longo de todo o processo — reconhecendo que dependência química raramente se resolve num único encontro, é um caminho que se constrói com acompanhamento real.
Casos que exigem atenção mais próxima no início do tratamento costumam ter frequência semanal, definida em conjunto na primeira consulta.
Se você reconhece esse cenário — pra você ou pra alguém próximo — o primeiro passo não precisa ser grande. É uma conversa, com quem tem experiência real nesse tipo de cuidado.
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